Desenho Vivo 24/03





neste domingo 24 de Março de 2013 às 17h30 tem mais desenho vivo na jã.



continuando a nossa saga pelas experimentações expressivas com modelo vivo, chamamos dessa vez para a pose uma talentosa atriz.

venham e convidem os amigos.



Contribuição: R$15


Entrada pela Rua João Alberto Moreira, 50.(mapa)
próx. Metrô Vila Madalena
 


Lua Nova dia 11/03 às 17h25, em Sampa.




Por Patrícia Mattar Oliva



“Qual o sonho que de tão bom a gente esquece?
 Qual a graça que acontece?
 Que tantas indagações, inspiradas ou não!
 Dissolução.”

Se perguntarmos ao peixe como está a água, ele nos responderá: água? que água?

Assim estamos nós, mergulhados na Vida, com uma leve intuição do que isso seja, buscando através de todas as formas de conhecimento nos aproximar da Verdade.

A ideia de crescimento espiritual ligado à dor e ao sofrimento no presente para alcançar bênçãos futuras já foi amplamente explorada por seitas e religiões sem grande sucesso para o coletivo.

Basta ver o estado em que a gente circula pelas ruas. Basta olhar o rosto das pessoas à nossa volta. Ou zumbis, ou  amedrontados blindados, ou bonecos de ventríloco teclando ao celular. Raro ver alguém presente dentro do corpo, aqui e agora.

Vivemos em busca de eficiência, resolvemos a vida através de contas a pagar, mirando o exemplo de quem pode mais. Reclamamos da justiça, da política, do PIB, da segurança, do transporte, da escola, da polícia, do sistema que caiu, da falta de luz elétrica. Enfim, de tudo que criamos para nos facilitar a vida. O óbvio se apresenta, porém só sabemos mudar hábitos na imposição da dor e do sofrimento.

O desafio é elevar-se à Vida através da Alegria. A chave: saber que o centro da nossa consciência é o inconsciente, e vice versa; ou: reconhecer os instrumentos que temos para sintonizar o sonho com a realidade. E vice versa.

Música Jã - Gaita e Violão



Sábado, 06 de Março de 2013, 17h30



Vitor Lopes e Emiliano Castro se apresentam neste sábado no Música Jã.

contribuição espontânea: cerveja em lata

Entrada pela Rua João Alberto Moreira, 50 (mapa)
próx. Metrô Vila Madalena

Lua Cheia dia 25/02 às 17h27, em Sampa



Por Patrícia Mattar Oliva


Júpiter em Gêmeos quadrado com Lua em Virgo e Sol em Peixes. Netuno, Marte e Mercúrio também em Peixes.

“... a arte, enfrentando a censura e os preconceitos da época, luta para representar e expor o que é considerado inaceitável, proibido, não representável. Desta forma, ela está permanentemente ampliando os limites e as fronteiras daquilo que é permitido pela moral e pelos costumes”. – Sérgio Telles


O espírito do tempo clama por entendimento e análise dos tabus atuais. A expansão do poder individual clama pelo respeito à diversidade. A alma clama pelo decifrar signos. Liberdade clama pela transformação do ser. Consciência individual, foco de ação e inteligência prática clamam pelo sonho, que nos liga ao todo e  onde todos somos iguais.

mas necessária à felicidade. As emoções impressas no inconsciente se manifestam em arte, sonhos, palavras soltas, atos falhos. Encontrar a ligação entre imagens disparatadas é um processo individual de atenção ao invisível sem receita ou caminho mapeado. É realmente pessoal e exige olhar verdadeiro sobre si mesmo.

E a Lua nos pergunta: é ver para crer ou crer para ver? ou: onde a ciência briga com a religião?

Lua Jã - cinema na Lua Cheia



Segunda, dia 25/02, às 20h30




Preparamos um curta com cenas oníricas de filmes extraordinários. 

A proposta do ano astrológico é percorrer o zodíaco através de modalidades artísticas relacionadas a cada signo. 

Nesse encontro, o sol em peixes nos remete à imersão no inconsciente, à busca do grande mistério, à visão holística, à certeza de sermos um com o infinito, crer para ver. 

A lua em virgo aponta para a diferenciação, a ideia de causa e efeito, a análise científica reducionista mãe da tecnologia, ver para crer. 





importante a pontualidade!

contribuição espontânea: cerveja em lata


Entrada pela Rua João Alberto Moreira, 50 (mapa)
próx. Metrô Vila Madalena



Desenho Vivo 24/02



Domingo 24/02/13 - 15:30





Contribuição: R$20 (modelos + comidas árabes)


Entrada pela Rua João Alberto Moreira, 50.(mapa)
próx. Metrô Vila Madalena
 





Lua Nova, dia 10/02 às 5h20, horário de verão, em Sampa.



Por Patrícia Mattar Oliva


“no inferno os lugares mais quentes são reservados àqueles que escolheram a neutralidade em tempos de crise.” – Dante Alighieri


Crise é alimento da transformação. Quem duvida que estamos em tempo de mudança de paradigmas? Ou: em qual Tempo, Senhor da Transformação, a crise se ausenta? Tempo e crise se misturam em nossas mentes, em nosso entendimento. Como estar consciente da evolução sem considerar o Tempo? Como quebrar amarras sem saber de que elemento são constituídas?

É mania chamar o encontro com o desconhecido de crise . E, por mais desconfortável que esteja, lugar conhecido vira zona de conforto.

Quem duvida que nossa sociedade promove o desconforto comum em nome do bem comum? Qual talento cada um tem para promover o bem comum?

Isso é tão selvagem como uma calmaria em alto mar para quem depende do vento. Tão catártico como o Carnaval às avessas.

O desafio é ser e sonhar pessoal em favor de muitos. Mesmo que seja por ser parte da Humanidade, saber-se dependente do Bem Comum, uma volta para o pessoal. A chave: amar-se como se ama o próximo; e amar o próximo quando o próximo estiver próximo.